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Mc 7, 14-23

Chamando outra vez à multidão, dizia: “Escutai-me, vós todos, e compreendei!  Nada que, de fora, entra na pessoa pode torná-la impura. O que sai da pessoa é que a torna impura.

Quando Jesus entrou em casa, longe da multidão, os discípulos lhe faziam perguntas sobre essa parábola.

Ele lhes disse: “Também vós não entendeis? Não compreendeis que nada que de fora entra na pessoa a torna impura, porque não entra em seu coração, mas em seu estômago, e vai para a fossa?” Assim, ele declarava puro todo alimento. E acrescentou: “O que sai da pessoa é que a torna impura. Pois é de dentro, do coração humano, que saem as más intenções: imoralidade sexual, roubos, homicídios, adultérios, ambições desmedidas, perversidades; fraude, devassidão, inveja, calúnia, orgulho e insensatez. Todas essas coisas saem de dentro, e são elas que tornam alguém impuro”.

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A Igreja celebra hoje Santa Escolástica, virgem

Escolástica, irmã de são Bento, nasceu na Núrsia, na Úmbria (Itália), cerca do ano 480. Juntamente com seu irmão, consagrou-se a Deus e seguiu-o para Cassino, onde morreu por volta do ano 547.

A história mais contada sobre ela é que Escolástica e Bento, por mortificação, se encontravam apenas uma vez por ano para diálogos santos. Num desses dias, pouco antes de sua morte, a santa pediu ao irmão que desta vez ficasse até o amanhecer, mas ele se recusou, insistindo que precisava voltar à sua cela.

Com a resposta negativa, Escolástica conversou com Deus e, após alguns minutos, uma tempestade começou. Vendo a situação, Bento perguntou: “O que você fez?”, ao que ela respondeu “Pedi a ti e não me ouvistes; pedi a Deus e ele me ouviu. Vá embora, se puder, e volte ao seu mosteiro”.

Ele, porém, não pode retornar e eles passaram a noite conversanto. Três dias depois, de sua cela, Bento viu a alma de sua irmã deixar a terra e subir aos céus. São Bento faleceu quarenta dias após a irmã.

Renata, meu grande amor: Que as palavras de Jesus sejam para nós a força para caminharmos sempre com os olhos fitos nEle, não perdendo as oportunidades de fazermos o bem e de sermos cada vez mais livres. O único mandamento é amar… sem medida.

Mc 7, 1-13

Os fariseus e alguns escribas vindos de Jerusalém ajuntaram-se em torno de Jesus.  Eles perceberam que alguns dos seus discípulos comiam com as mãos impuras – isto é, sem lavá-las.
Ora, os fariseus e os judeus em geral, apegados à tradição dos antigos, não comem sem terem lavado as mãos até o cotovelo.  Bem assim, chegando da praça, eles não comem nada sem a lavação ritual. E seguem ainda outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras, vasilhas de bronze, camas.

Os fariseus e os escribas perguntaram a Jesus: “Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas tomam a refeição com as mãos impuras?” Ele disse: “O profeta Isaías bem profetizou a vosso respeito, hipócritas, como está escrito:

‘Este povo me honra com os lábios, mas o seu
coração está longe de mim.  É inútil o culto que me prestam, as doutrinas que ensinam não passam de preceitos humanos’.

Vós abandonais o mandamento de Deus e vos apegais à tradição humana”.   E dizia-lhes: “Sabeis muito bem como anular o mandamento de Deus
apegando-vos à vossa tradição.  De fato, Moisés ordenou: ‘Honra teu pai e tua mãe’. E ainda: ‘Quem insulta pai ou mãe, deve morrer’.  Mas vós ensinais que alguém pode dizer a seu pai e à sua mãe: ‘O sustento que poderíeis receber de mim é ‘corban’, isto é, oferenda’. E já não deixais tal pessoa ajudar seu pai ou sua mãe.  Assim anulais a palavra de Deus por causa da vossa tradição, que passais uns para os outros. E fazeis ainda muitas outras coisas
como essas!”

Mc 6, 53-56

Terminada a travessia, alcançaram terra em Genesaré e atracaram.          Quando desembarcaram, o reconheceram. Percorrendo toda a região, foram levando a ele em macas todos os doentes, onde ouviam que se encontrasse. Em qualquer aldeia ou cidade aonde ia, colocavam os enfermos na praça e lhe rogavam que os deixasse tocar ao menos a orla do manto.  E os que o tocavam ficavam curados.

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A Igreja celebra hoje os santos São Jerônimo Emiliani e Santa Josefina Bakhita

São Jerônimo nasceu na região de Veneza, em 1486. Seguiu carreira militar, que mais tarde abandonou para se dedicar ao serviço dos pobres, depois de distribuir entre eles o que possuía. Fundou a Ordem dos Clérigos Regulares de Somasca (os somascos), destinada a socorrer as crianças orfãs e os pobres. Morreu em Somasca, no teritório de Bérgamo, Itália, em 1537.

Santa Josefina Bakhita ou Santa irmã morena, como era conhecida, nasceu no Sudão, em 1869. Como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravidão. Bakhita, que significa afortunada, não foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou.

Um cônsul italiano a comprou e ela foi entregue à uma família amiga de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e também babá da filha nova deles que estava nascendo. Em meio aos sofrimentos e de uma memória toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Por que essa família de Veneza teve de voltar para a África, em vista de negócios, tanto a filha pequena quanto a babá foram entregues aos cuidados de irmãs religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais por ele.

Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a criança, foi o momento em que ela expressou o seu desejo de ficar, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de formação, recebeu a graça de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irmãs e para o povo que rodeava aquela região.  E foi aqui que, a seu pedido, Bakhita, veio a conhecer aquele Deus que desde pequena ela «sentia no coração, sem saber quemEle era».

«Vendo o sol, a lua e as estrelas, dizia comigo mesma: Quem é o Patrão dessas coisas tão bonitas? E sentia uma vontade imensade vê-Lo, conhecê-Lo e prestar-lhe homenagem».

Santa Josefina Bakhita,  sempre com o sorriso nos lábios, foi uma mulher de trabalho. Exerceu várias atividades na congregação. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus através dos irmãos. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patrão, “o meu Patrão”, ela dizia.

Irmã Bakhita faleceu no dia 8 de fevereiro de 1947, na Casa de Schio, rodeada pela comunidade em pranto e em oração. Uma multidão acorreu logo à casa do Instituto para ver pela última vez a sua «Santa Irmã Morena», e pedir-lhe a sua proteção lá do céu.

Mc 6, 14-29

O rei Herodes ficou sabendo, porque a fama de Jesus se difundia, e pensava que João Batista houvesse ressuscitado da morte e por isso atuava nele o poder milagroso. Outros porém diziam que era Elias, e outros que era um profeta como os clássicos. Herodes ouviu e disse:

- João, a quem fiz degolar, ressuscitou.

Herodes tinha mandando prender João e o mantinha encarcerado por instigação de Herodíades, esposa de seu irmão Filipe, com a qual casara. João dizia a Herodes que não era lícito ter a mulher do próprio irmão. Herodíades tinha rancor dele e queria matá-lo, mas não conseguia porque Herodes respeitava João, sabendo que era homem honrado e santo, protegia-o, fazia muitas coisas aconselhado por ele e o ouvia com prazer. A oportunidade chegou quando, no seu aniversário, Herodes ofereceu um banquete a seus magnatas, seus comandantes e às grandes personalidades da Galiléia. A filha de Herodíades entrou, dançou e agradou a Herodes e aos convidados. O rei disse à jovem:

- Pede-me o que quiseres e eu te darei.

E jurou:

- Ainda que me peças a metade do meu reino, eu te darei.

Ela saiu e perguntou à sua mãe:

- O que lhe peço?

Respondeu-lhe:

- A cabeça de João Batista.

Entrou logo, aproximou-se do rei e lhe pediu:

- Quero que me dês imediatamente numa bandeja a cabeça de João Batista.

O rei se entristeceu;  mas, por causa dos convidados, não quis decepcioná-la. E mandou imediatamente um guarda com a ordem de trazer a cabeça.        Este foi, degolou-o na prisão, levou numa bandeja a cabeça e a entregou à jovem; ela a entregou à sua mãe. Seus discípulos, ao tomar conhecimento, foram recolher o cadáver e o depuseram num sepulcro.

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Hoje também, a Igreja celebra a memória de Santa Águeda, virgem e mártir

Santa Águeda foi uma lendária virgem e mártir das tradições cristãs,     padroeira de Catânia, filha de nobres cataneses, alegadamente viveu entre os séculos III e IV durante a dominação romana e foi martirizada durante as perseguições de Décio. Seu nome aparece no Cânon Romano já em tempos remotíssimos.
Águeda (em italiano e siciliano Agata) nasceu, segundo a lenda, em Catânia. Alguns historiadores cristãos apontam seu ano de nascimento entre 230 e 235. Segundo a tradição cristã, Águeda consagrou-se a Deus com quinze anos de idade.
Depois de inúmeras tentativas para “corrompê-la”, Águeda foi “encarcerada brevemente e depois torturada”. Foi, segundo as lendas, “chicoteada e seus seios foram arrancados com tenazes”, mas, segundo a tradição, ela foi “curada” de seus ferimentos por São Pedro que a visitou na prisão. Por fim, Águeda foi submetida ao suplício de brasas ardentes e na noite seguinte, 5 de fevereiro de 251 (alguns sugerem o ano de 254), faleceu em sua cela.
Sua morte, conforme conta a lenda, foi “seguida de um tremor de terra que abalou toda a cidade”. Conta a lenda que “um ano após sua morte, o Etna teria entrado em erupção, despejando um mar de lava em direção a Catânia”. Então os habitantes teriam “colocado um véu que cobria a sepultura de Ágata diante do fogo que parou imediatamente, poupando a cidade”.
Desde então, sua proteção é invocada pelos fiéis “contra os tremores de terra, as erupções vulcânicas e incêndios”.


Para minha amada esposa Renata: que seus dias sejam sempre iluminados pela presença do Senhor e que Ele nos mantenha sempre unidos em busca de Sua vontade.

Mc 6, 7-13

Chamou os doze e os foi enviando dois a dois, conferindo-lhes o poder sobre os espíritos imundos. Recomendou-lhes que levassem somente um bastão; nem pão, nem sacola, nem dinheiro no cinto, que calçassem sandálias, mas que não levassem duas túnicas.

Dizia-lhes:

- Quando entrardes numa casa, ficai aí até partir. Se um lugar não vos recebe nem escuta, saí de lá e sacudi o pó dos pés, para que lhes conste.

Foram-se e pregavam para que se arrependessem; expulsavam muitos demônios, ungiam com óleo muitos enfermos e os curavam.

Jesus voltou com os seus discípulos para a cidade de Nazaré, onde ele tinha morado. No sábado começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o estavam escutando ficaram admirados e perguntaram:
- De onde é que este homem consegue tudo isso? De onde vem a sabedoria dele? Como é que faz esses milagres? Por acaso ele não é o carpinteiro, filho de Maria? Não é irmão de Tiago, José, Judas e Simão? As suas irmãs não moram aqui?
Por isso ficaram desiludidos com ele. Mas Jesus disse:
- Um profeta é respeitado em toda parte, menos na sua terra, entre os seus parentes e na sua própria casa.
Ele não pôde fazer milagres em Nazaré, a não ser curar alguns doentes, pondo as mãos sobre eles. E ficou admirado com a falta de fé que havia ali. Jesus ensinava nos povoados que havia perto dali.

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